Corpo ao vento
Um tempo perdido de forma inesperada
Tudo retorna
Tudo se repete
O vento que sopra e vibra lembranças
A clone lembrança
Talvez um pouco esperado
Vejo todo alvoroço
Sinto o mesmo trauma
Traumas e desafetos
O Relógio marca o mesmo instante
O maldito ponteiro olha tudo que não poderia acontecer
Somos os únicos a perceber o quanto somos péssimos?
Não! Por Favor, não!
Não desligue, é uma repetição
As lagrimas sempre desabam pelo mesmo canto do olho
Sempre fazemos os mesmos pedidos
O Relógio sorri, sente falta de todo momento
Somente o tempo será contigo
Seu torturador?
Sinta por um instante a cabeça fora do corpo
Rolando sobre a imensa montanha
Todos em aplauso pelo espetáculo
Não existe um ritmo
É um descontrole
Ordenadamente tudo volta
Pegue nas suas próprias mãos e sinta o momento
Tudo chegou ao fim
Aquele mesmo fim
Baile repetidamente
Não peça mais
Não chore mais
Lembre-se novamente
É tudo igual, sempre igual
Não me beije
Não repita o mesmo beijo
Silêncio!
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